CIRCULO DE FOGO

NOTE QUE EM QUASE TODAS AS MÚSICAS SECULARES SEMPRE TEM UM CIRCULO DE FOGO. SE LER VAI ENTENDER POR QUE com ESSE TEXTO ABAIXO.

RITO DO FOGO

”Este é um artigo sobre círculo satânico de fogo, após sua leitura conheça alguns produtos relacionados.”

A raiz do nome Satan vem do hebreu e significa “o inimigo”. Ou seja ele representa o espírito vingativo, o não-perdão e a justiça para quem á merece. Possui rudeza e agressividade em cada gesto e idéia e mais cruel dentre seus irmãos representa o sentido da luta é a ação em busca de seu objetivo, não importando as conseqüências, e da meta custe o que custar. Satan Representa também a confiança, as chamas do inferno e a auto estima. Neste rito trabalharemos com o aspecto de confiança deste príncipe das trevas:

1- Ritual Menos Abertura ( Pentagrama, vortex, etc…)

2 – Em todos aqueles momentos em que você se sente muitíssimo confiante você está usando a parte de seu Self correspondente a Satan. Reviva um destes momentos de sua vida, um momento em que você estava na mais alta personificação de Satan no auge de si e de sua confiança. Reviva este momento vendo o que você viu e ouvindo o que você ouviu e principalmente sentindo o que você sentiu. Tente se lembrar bem.

3- Sentindo a confiança surgir dentro de você, com sua arma mágika ( bastão, espada, punhal, ou até seu dedo indicador) trace um circulo no chão em torno dos seus pés. Enxergue o traço vermelho que você desenhou.

4- INVOCAÇÃO “Shemhamforash! HAIL SATAN! Príncipe enérgico das Trevas! SATAN Senhor do Fogo! Mande me as chamas de seu inferno! Traga a mim as chamas e as labaredas de sua morada Traga a mim a confiança e o poder que Possui! Para atingir minhas metas e destruir meus inimigos! Salve SATAN Shemhamforash!”

5 – Ao fim da Invocação veja o círculo vermelho começar a pegar fogo da sua frente pegando fogo em direção a sua esquerda até que o ciclo todo o perímetro esteja incendiando. Quando esta sensação de confiança estiver no auge, saia do círculo, deixando o que esta sentindo lá dentro. As chamas contêm seu conteúdo mas respeitam a você não o ferindo quando você passa por elas.

6 – Agora e hora de comprovar seu círculo olhe para ele e veja a magia e a força que estão dentro dele.

7 – Assim que tudo estiver claro na sua mente , entre de novo no círculo de fogo e torne a sentir aquela sensação . Imagine a mesma sensação se desenrolando à sua volta no futuro, com os sentimentos de autoconfiança totalmente à sua disposição, pelos poderes e chamas do Satan dentro de você.

8- Agora pense em uma palavra, não precisa ter significado, ela será simplesmente uma chave para ligar e desligar seu círculo de fogo ( ex. Satanium, Infernália, Ignortum etc…) . Grite sua Chave mágicka com toda a força de seus pulmões , com o grito as chamas se extinguirão. Elas voltaram novamente quando você sussurrar a palavra, e indo embora quando sussurrar novamente.

9- Com as chamas desligadas faça um Ritual Menos do Pentagrama Banindo. Você acabou de criar seu círculo satânico, e ele lhe proverá mais autocontrole , confiança, e energia infernal quando acionado.

Obs: A Palavra Acionadora pode ser substituída por um gesto manual, um desenho ou qualquer outra chave.”

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IDENTIFICANDO UMA HERESIA

Não é muito difícil para o cristão sincero identificar uma heresia. Existem alguns aspectos básicos que observados mostrarão a moderna estratégia do diabo, que é a conquista das mentes. 1) Desarmonia com a Bíblia: No trato com as doutrinas da Bíblia, podemos dividir os argumentos da seguintes maneira:

· Argumento Bíblico. · Argumento extra-bíblico. · Argumento anti-bíblico.

O argumento bíblico é aquele extraído da Bíblia, em uma interpretação correta e lógica. Jesus usou esse argumento em uma sinagoga em Nazaré acerca de sua missão: Lc 4:16-30. O argumento extra-bíblico é o argumento que não tem base na Bíblia, entretanto não se choca com os seus ensinamentos. Ex: Pregadores que usam estes argumentos em suas pregações devem tomar cuidado (um mil chegará dois mil não passará; faça da tua parte e eu te ajudarei, etc…). O argumento anti-bíblico é aquele que fere, torce, subtrai, acrescenta ou se choca com as verdades ensinadas na Palavra de JESUS. Aqui encontramos as heresias que são anti-bíblicas. Algumas são fundamentadas em versículo ou uma expressão isolada da Bíblia quando basta um pequeno conhecimento dos princípios auxiliares da Hermenêutica para refutá-las.

2) Unilateralidade de apreciação doutrinária: Em muitos casos a heresia é caracterizada pelo fato de “escolher” uma doutrina para nela descarregar suas atenções em detrimento das outras. Isto é, afirma a divindade de Cristo abandonando sua humanidade, preocupa-se com o corpo do homem e se aquece da sua alma ou do seu espírito.

3) Contradição com os fatos: História e doutrinas baseadas em fatos que não fornecem base para tal; incredulidade para com ensinamentos baseados em fatos reais, bíblicos ou com raízes bíblicas. Muitos bons cristãos tem sido enganados por coisas deste jaez (qualidade, sorte, laia).

4) Incoerência lógica: Nada impede que o bom senso e a razão sejam usados em matéria de religião. A maioria das heresias não resiste a um confronto lógico com a história, ciência, Bíblia ou com a religião propriamente dita. A Bíblia prevê o surgimento e a evolução das heresias como um sinal dos tempos.
COMO IDENTIFICAR UMA SEITA FALSA.
Existem alguns aspectos muito comuns às seitas falsas; dentre eles vamos ver alguns:

1) Jesus não é o centro das atenções: As seitas falsas, de um modo geral subestimam o valor de JESUS. As orientais têm os seus deuses ou profetas que colocam acima de tudo e os ocidentais ou substituem JESUS por outro “Cristo” ou colocam o Filho de Deus em segundo lugar, tirando-lhe a divindade e os atributos divinos. Exemplo: Ex 20:1-6, Sl 16:1-4, Sl 115:1-11.

2) Têm outras fontes doutrinárias além da Bíblia: Crêem apenas em partes da Bíblia. Admitem e aceitam como “inspirados” escritos de seus fundadores ou de pessoas que repartem com eles boa dose daquilo em que crêem. Alguns chegam até desacreditar da Bíblia, da qual fazem muitas restrições. II Tm 3:16.

3) Dizem serem os únicos certos: Uma das principais características de uma seita falsa é esta: Pode ter sido fundada há 5, 10, 20 ou 100 anos; isto não importa.

4) Usam de falsa interpretação: As interpretações que fazem do texto bíblico, desprezando os princípios auxiliares da Hermenêutica têm levado inúmeras pessoas às vezes bem intencionadas a fundarem uma seita. De um modo geral isso acontece pela total ignorância das regras de interpretação do nosso próprio idioma que são ensinados em nossos colégios. Obs.: O que é Hermenêutica? É a arte de interpretar textos, (dicionário) do grego hermenevein, interpretar, da qual nos ocuparemos, forma, parte da Teologia exegética, ou seja, a que trata da reta inteligência e interpretação das Escrituras bíblicas.

5) Ensinam ao homem a desenvolver sua própria salvação: Não somente ensinam os homens a se salvarem mas prometem uma salvação inteiramente naturalista em seu conceito. Os antigos egípcios ensinavam “preparai-vos para os julgamentos de Osíris observando as regras da boa conduta. Obs.: Osíris: deus do Nilo, da vegetação e também o deus dos mortos, que por ele eram julgados. Confúcio preceituava: “Andai nas veredas pisadas; sede bons cidadãos do império celeste”. Obs.: Confucionismo: doutrina ética e política de Confúcio, filósofo chinês (551-479 A.C.).

6) São proselitistas: Uma das atividades principais das falsas seitas é “pescar no aquário dos outros”. Fazem os seus neófitos não entre os doentes, aflitos, desesperados ou necessitados. Aproveitam a fé de quem já é possuído, aquele que têm em mira e com um pouco de sutileza conseguem desencaminhar até mesmo muitos bons cristãos para o meio deles. Devemos estar com os nossos olhos bem abertos para com essa gente (I Tm 4:1).

OS “ISMOS” DO PENSAMENTO HUMANO.

A busca do saber por parte do homem é conhecida teoricamente por “Filosofia”, de Philos, “amigo”, “amante” e sophia, “conhecimento, saber”. A filosofia, segundo a tradição que remonta a Aristóteles, começa historicamente no século VI a.C., nas colônias gregas da Ásia Menor, entretanto, sabemos que o ser humano começou a filosofar desde que intentou no seu coração afastar-se de Deus. A pregação apostólica combate ferrenhamente a filosofia ou sabedoria dos gregos e ensina que verdadeira sabedoria vem do alto, de Deus e nunca de esforços humanos Tg 1:5; Pv 2:6-7; I Co 1:19-25. O mais importante é que essas escolas de pensamento fornecem às falsas religiões e seitas o material necessário à sua pregação. Há vestígios de uma ou mais filosofias seculares no contexto doutrinário de cada religião ou seita falsa detrimento das verdades divinas registradas na Palavra de Deus. Um exame cuidadoso e sincero mostrará isso.

Agnosticismo:

Este vocábulo agnosticism foi forjado (falsificado) em 1869 por Thomas H. Huxley. Filosofia naturalista e afeita às coisas e relações da ciência experimental.

“É o sistema que ensina que não sabemos, nem podemos saber se Deus existe ou não. A frase predileta do Agnosticismo é: “Não podemos crer”. Um resumo do seu ensino é que Deus não existe. Osteismo, é absurdo, porque ninguém pode provar que Deus não existe. O teísmo não é menos absurdo, porque ninguém pode provar que Deus existe. Mentores do Agnosticismo: Huxley, Spencer e outros enganadores, porque Deus é facilmente compreensível pela alma sequiosa, honesta e constante; Rm 1:20.

CORRENTES DE PENSAMENTOS.

Animismo, Ascetismo, Ceticismo, Deísmo, Dualismo, Ecletismo, Empirismo, Epicurisma, Esoterismo, Espiritualismo, Estoicismo, Evolucionismo, Gnosticismo, Humanismo, Liberalismo, Materialismo, Monismo, Pauteismo, Pietismo, Pluralismo, Politeismo, Positivismo, Racionalismo, Unitarismo, Universalismo.

ASTROLOGIA

O que é Astrologia? É uma ciência divinatória que supõe a influência dos astros sobre o curso dos acontecimentos e sobre o destino dos seres humanos. Pretende que a posição dos corpos celestes num dado momento (nascimento da criança condicionou seu futuro “bom ou mau?”. A vida torna-se, então, previsível e predizível pelo exame do céu. II Rs 21:6. Pelos documentos antigos que podem ser encontrados na biblioteca Assíria sabe-se que a idéia do homem de adorar, cultuar e mesmo pensar ser dirigido pelos astros data desde os primórdios da humanidade. Obs.: Astrologia e Astronomia são a mesma coisa? Astronomia ciência que estuda os astros. ASTROS – DEUSES. O curso do sol e outros planetas foram estabelecidos 1.000 A.C. Cinco eram conhecidos e juntando o sol e a lua formou-se o número místico sete. Correspondência de uma divindade maior: Marduk ou Nebiru (Júpiter) Ishtar ou Milita (Vênus) Ninurta ou Ninib (Saturno) Nebo ou Nabu (Mercúrio) Nergal ou Neinodhac (Marte) Sin ou Nannaru (Lua) Samas ou Shamash (Sol).

Esses deuses-planetas eram chamados interpretes, pois permitiam interpretar o futuro. A Igreja Católica na Idade Média aceitava, embora relutante a astrologia.

QUE É ZODÍACO?

A astrologia tomou esse termo da Astrometria. (Ciência que estuda as posições e os movimentos dos astros). O centro do Sol descreve na esfera celeste um círculo máximo. Sua trajetória aparente é plana e situada no plano que contém a Terra. A tal plano, dá-se o nome de “eclíptica” pois os eclipses só se produzem quando a lua atravessa. A zona limitada pelos dois círculos paralelos situados a 8° , 5, de cada lado da eclíptica, recebe o nome de “Zodíaco”. Esta zona, por onde circulam os planetas do sistema solar, foi cortada em doze casas de 30° cada, nas quais o sol parece progredir à razão de 1° por dia; em outras palavras, a nossos olhos, ele percorre cada casa em um mês; esses os signos do Zodíaco. Assim, a expressão ter nascido sob o signo de carneiro, por exemplo, significa ter visto a luz durante o período da primavera – de 21 de março a 21 de abril – que a tradição o faz começar em Áries (carneiro) Jó 38:31-32.

OS SIGNOS DO ZODÍACO.

A astrologia moderna se baseia na história envolvida nos signos do Zodíaco. Como, porém, podemos explicar a existência desses signos? Quando os consideramos, descobrimos que não passam de invencionices e que são muitos especiais e peculiares.

CRENDICE POPULAR.

Os hindus têm a astrologia como base fundamental de sua religião, o mesmo acontecendo com outros povos orientais. No ocidente, a astrologia é largamente difundida e consultada. Nos programas de rádio, televisão, jornais, revistas, gibis, revistas de horóscopos, não faltam informações astrológicas que exploram a boa fé popular.

A ASTROLOGIA E A BÍBLIA.

Embora alguns estudiosos tentem combinar a astrologia com a Bíblia; sabemos que pela Palavra de Deus isto é abominação aos olhos do Senhor que a proibiu desde o princípio Dt 4:19. Obs.: Se tal ciência fosse verdadeira, a Bíblia apoiaria Is 47:12,13; II Rs 23:5. Os magos de Mateus 2 não eram astrólogos mas sim homens tementes a Deus e que esperavam a vinda do Messias de Israel (Lc 2:25 a quem foi dado em grande sinal da parte de Deus). Não somos dirigidos pelos astros e sim por Deus I Co 10:13 e a Bíblia ainda nos ensina fugir da idolatria I Co 10:14. A Astrologia é de origem pagã e idólatra. Seus “sacerdotes” são na maioria espiritualistas (espíritas) e se envolvem com o ocultismo. Quando não o são fazem da astrologia sua profissão, pois é muito rendosa, sempre envolvendo mentiras nas suas predições, sempre envolvendo os mesmos problemas: vida sentimental, financeira, saúde, problemas familiares, etc…

Cabe aos verdadeiros cristãos o combate destas abominações para que elas não tentem substituir a fé na direção divina e providencial (Jr 2:17).

O CATOLICISMO ROMANO.

O que quer dizer católico? A Igreja Católica afirma ser a única verdadeira Igreja de Cristo; alegando ser a Igreja que Jesus Cristo fundou (33 d.C) tendo em Pedro um dos seus discípulos, o seu primeiro papa. Apologistas: Justino (100-165) grego ® Filosofia perfeita. Tertuliano (160-320) advogado cartaginês. Mestres: Orígenes de Alexandria (185-253) maiores homens da Igreja. Foi vítima do Imperador Décio. At 8:1; At 2:1-8; Perseguição, imperadores: Nero 54-68, imperador Décio. As celebrações eram feitas a portas fechadas. Ex: Santa Ceia. E o povo não cedia às práticas pagãs, e havia amor fraternal, fidelidade e amor aos descrentes. Obs.: Os cristãos eram tidos como a pior classe de revolucionários, destruidores I Co 4:9-13; Mt 24:9-14. Décio: Pior imperador (250-260) (última perseguição Diocleciano).

Obs.: O que é ser cristão?

É ter uma vida de moralidade superior de fraternidade cristã, de honestidade e bondade, eram as principais características. O Catolicismo Romano pode ser encarado como uma religião tão falsa como as outras. Infelizmente a Igreja Católica está usando uma estratégia que está enganando a muitas pessoas; trata-se do Ecumenismo que tem como principal finalidade enredar todos os credos na teia católica, e muitos evangélicos desapercebidos tem aceitado. A Igreja Romana conserva, ainda que teoricamente, algumas doutrinas básicas da fé cristã, como o nascimento virginal de Jesus Cristo, sua deidade sua ressurreição corporal e a doutrina da Trindade, mas com o passar do tempo ela vem acrescentando tradições, inovações e práticas religiosas, como a deificação de Maria, a canonização dos Santos e muitas crenças e práticas pagãs. Outro erro do Romanismo é ter como autoridade igual à Bíblia as tradições eclesiásticas; a própria Igreja Católica e os livros apócrifos, não inspirados pelo Espírito Santo que foram acrescentados no Canôn Sagrado em 1546.BB

Obs.: Estes livros foram escritos por judeus no período interbíblico entre Malaquias e Mateus; nunca foram conhecidos pelos teólogos judeus como inspirados e nem nunca foram citados por Jesus, nem pelos escritores do NT: (Tobias, Judite, Macabeus I e II, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc e no livro de Daniel tem o acréscimo de mais dois caps.: 13 e 14).

Apócrifos ® Obras ou fatos sem autenticidade.

As Igrejas eram autônomas e dirigidas e orientadas pelo E. S., o consolador prometido por Jesus; e não reconheciam nenhum líder sobre eles quer espiritualmente, quer administrativamente, papel atribuído ao próprio E. S.

Os cristãos sofreram muitas perseguições começando por Nero (54 a 68 A.D). No ano 323 d.C. surgiu o Édito de tolerância aos cristãos e no ano 312 d.C Constantino I adotou a religião cristã e no ano seguinte fez do Cristianismo a religião oficial do Império Romano nisto multidões de pessoas não convertidas sem experimentarem a genuína conversão por Cristo se uniram à Igreja. A partir daí, penetraram na Igreja ritos, cerimônias, crenças pagãs e as idolatrias e desde então passou a chamar: Igreja Católica Romana.

Obs.: Quanto aos verdadeiros cristãos ficaram marginalizados por não concordarem com tal situação, formando grupos à parte e passaram a serem perseguidos pelos outros “cristãos” e muitos dos seus líderes eram queimados na fogueira em praça pública e chamados de heréticos.

Inquisição: Antigo tribunal eclesiástico instituído com o fim de investigar e punir crimes contra a fé católica.

Nos primeiros 500 anos da Igreja não houve papa como hoje conhecemos. Nos dias apostólicos e nos séculos seguintes as igrejas locais eram independentes entre si, e reuniam-se em casas particulares. No então império Romano com o culto devotado ao imperador, não havia permissão para a construção de templos cristãos. As congregações reuniam-se em casas particulares (Cl 4:15; Fil v.2, Rm 16:5, I Co 16:9).

O primeiro templo cristão foi construído no reinado de Alexandre Severo (222-233 d.C). As igrejas eram dirigidas por uma junta de pastores, sendo o seu dirigente chamado bispo ou presbítero. O presbitério, da igreja de Éfeso (I Tm 4:14). No fim do século IV, as igrejas cristãs do mundo evangelizado, ficaram sob a jurisdição de cinco grandes centros religiosos: Roma, Constantinopla, Alexandria, Antioquia, e Jerusalém. Seus dirigentes passaram a chamar-se “Patriarcas”. No fim deste século 395 d.C. o grande império se dividiu em dois: o do Oriente, em Constantinopla, e do Ocidente com sede em Roma.

CONCÍLIO DE NICÉIA.

O concílio de Nicéia, na Ásia Menor (325 A.D.) presidido por Constantino, bem como os outros que lhe sucederam, eram compostos de todos os bispos, alguns nomeados pelo imperador; outros que se auto-nomeavam e outros que eram nomeados por líderes religiosos das diversas comunidades. Com o decorrer do tempo, o bispo de Roma passou a exercer autoridade sobre os outros, pelo fato de pertencer à antiga capital do mundo (Roma). A palavra papa que era usada para todos os bispos, passou a ser reservada só para o bispo de Roma. O primeiro bispo que resolveu governar a Igreja toda foi Inocêncio III (402-417), o segundo a fazer o mesmo foi Leão I (440-461 d.C.). Porém Gregório I (590-604) é que foi considerado o primeiro papa, começou a mandar nos reis em 741 foi instituída a doutrina da infabilidade do papa, que foi transformada em dogma em 1870. Porém a Igreja Católica Romana insiste em afirmar que o primeiro papa foi o apóstolo Pedro (Mt 16:18)

A 1° DIVISÃO.

A Igreja dividiu-se pela 1° vez em 869 d.C. no Concílio de Constantinopla, devido os abusos cometidos pelo Papa Nicolau I (856-867 d.C.). A parte Oriental da Igreja passou a chamar-se Igreja Ortodoxa Grega e não aceitava a autoridade do papa. E a parte Ocidental denominou igreja Católica Romana, doutrinas, crenças e práticas romanas.

1) A Bíblia, não é autoridade máxima e final em matéria de fé e prática da vida cristã. E se julgam os únicos a interpretarem corretamente a Bíblia. Isso é uma pretensão antibiblica, arbitrária e falsa. A Igreja evangélica tem somente a Bíblia como autoridade suprema quanto à fé e conduta de seus membros. Is 8:20; Is 30:8; Sl 19:7,8; Dt 4:2; Mt 15:2,6,9; Ap 22:18.

2) Purgatório: O Romanismo ensina que seus fiéis que morrem com pecados veniais não perdoados vão para o purgatório, para purgarem esses pecados, tal doutrina nega a eficácia da morte expiatória de JESUS CRISTO consumada na cruz do calvário. Jo 19:30; I Jo 1:7; Hb 9:12; Hb 10:12; Lc 16:19-31. A divisão que a Igreja Romana faz dos pecados mortais e veniais é antibíblica pois a Palavra de Deus nos diz que o único pecado que não tem perdão é a “blasfêmia contra o E.S.” (Mt 12:22-32; Mc 3:20-30; Lc 11:14-23). Ao pecador penitente, convicto pelo Espírito Santo e sinceramente arrependido, Deus o perdoa de todo pecado Sl 103:3; Is 55:7; Is 1:18; 1 Jo 1:9; Rm 8:1. O salvo ao deixar este corpo entra imediatamente na presença do Senhor (2 Co 5:8; Fil 1:23). Os católicos citam em apoio ao purgatório Mt 5:25-26, onde Jesus se referia a um aprisionamento literal. 3) Maria, chamada “Mãe de Deus”. Os católicos assim a chamam e a adoram como a Deus, dizem que ela intercede a Deus I Ts 2:5 por nós. E ainda afirmam que ela foi concebida sem pecado e que ascendeu ao céu do mesmo modo que Nosso Senhor JESUS CRISTO. E foi cheia da graça, porém não imaculada Lc 1:47. O que é imaculada?

Os católicos nos acusam de desprezarmos a ela, quando nos a honramos porque primeiro Deus a honrou escolhendo-a para ser a mãe de Deus. Segundo nós procuramos observar o único mandamento que ela nos deixou; (coisa que os católicos não fazem, Jo 2:5 e a primeira ordem do primeiro sermão do Senhor, Mc 1:15).

SEGURANÇA DA SALVAÇÃO:

O Romanismo ensina que enquanto uma pessoa está viva não tem meios para saber se está salva ou não. Estes confiam muito nas boas obras pessoais para serem salvos e crêem também na intermediação dos santos para serem salvos. Tudo isso é falta de conhecimento. Pois a salvação é mediante a graça divina e fé Tt 3:25; Rm 1:16; Rm 3:23-26; Gl 2:16; Jo 5:24 e Rm 8:16 A 2° DIVISÃO.

A 2° divisão se deu através de Martinho Lutero em 1521 quando Lutero deixou a Igreja Católica Romana e iniciou o movimento da Reforma Protestante. Quando lia em Rm 1:17 teve uma experiência com Deus, seu zelo religioso aprofundou-se e passou a compartilhar com outros a sua experiência. O papa sabedor disso excomungou-o e procurou exterminá-lo, mas alguns nobres alemães o apoiaram e o protegeram. Era o início da Reforma na Igreja; seu crescimento foi rápido na Europa. Roma criou a contra Reforma através dos Jesuítas para combater os evangélicos. Desde esta época o Romanismo se opõe aos Evangélicos.

MOVIMENTO ECUMÊNICO.

Os recentes papas João XXIII e Paulo VI trabalham no sentido de aproximar católicos e evangélicos. Os católicos já chamam os crentes de “irmãos separados” e não “hereges” como antigamente. Assim se iniciou o movimento Ecumênico.

A verdadeira união que nos convém é através de Jesus Cristo como nosso Salvador. (Ef 2:8-9, Gl 2:16) Quanto à raça humana somos todos irmãos, mas quanto à Igreja de Deus somos irmãos ambos nascidos pela fé em Cristo o cabeça da Igreja (I Co 11:3).

O QUE É UMA SEITA?

Uma introdução

As Seitas estão em todos os lugares. Algumas são populares e amplamente aceitas. Outras são isolacionistas e procuram se esconder, para evitar um exame de suas ações. Elas estão crescendo e florescendo a cada dia. Algumas seitas causam grande sofrimento aos seus seguidores, enquanto outras até parecem muito úteis e benéficas.

Com a proximidade do final do século, estão surgindo novas seitas religiosas e filosóficas responsáveis pelos mais absurdos ensinamentos com relação ao final dos tempos. Essa confusão de idéias estão sendo despejadas em cabeças incautas, acabando muitas vezes em tragédias de grandes proporções.

Em 1978, o então missionário norte-americano Jim Jones, foi responsável pela morte de 900 seguidores, na Guiana Francesa, todos envenenados após Ter anunciado a eles o fim do mundo. Um fato interessante desse trágico acontecimento foi o depoimento de um dos militares americanos respnsáveis pela remoção dos corpos. Ele disse que, após vasculhar todo o acampamento, não foi encontrado um só exemplar da Bíblia. Jim Jones substituiu a Bíblia por suas próprias palavras.

Em 1993, o líder religioso David Koresh, que se intitulava a reencarnação do Senhor Jesus, promoveu um verdadeiro inferno no rancho de madeira, onde ficava a seita Branch Davidian. Seduzindo os seguidores com a filosofia de que deveria morrer para depois ressuscitar das cinzas, derramou combustível no rancho e ateou fogo, matando 80 pessoas, incluindo 18 crianças.

Em 1997, outra seita denominada Heaven’s Gate (Portão do Céu), que misturava ocultismo com fanatismo religioso, levou 40 seguidores ao suicídio. Na ocasião, essas pessoas acreditavam que seriam conduzidas para outra dimensão em uma nave que surgiria na cauda do cometa Halley Bop.

No Brasil também existem muitas seitas e denominações que se reforçam em profecias do Apocalipse. Uma das mais conhecidas, devido ao destaque dado pela mídia, são as Borboletas Azuis, da Paraíba, que em 1980 anunciou um dilúvio para aquele ano.

Em Brasília, encontra-se o Vale do Amanhecer, que conta com aproximadamente 36.000 adeptos. No Paraná, um homem de nome Iuri Thais, se auto-intitula como o próprio Senhor Jesus reencarnado. Fundador da seita Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade, ele parece ter decorado a Bíblia de capa a capa e, com isso, tem enganado a muitos.

Muitas das seitas são conhecidas dos cristãos brasileiros, a saber: Mormonismo, Testemunhas de Jeová, etc. Mas muitas novas seitas pseudo-cristãs estão chegando ao Brasil e são pouco conhecidas: Igreja Internacional de Cristo/Boston (Igreja de Cristo, no Brasil), Ciência Cristã, Escola Unida do Cristianismo, Meninos de Jesus etc.

Quase todas essas seitas refutam a Trindade (com a conseqüente diminuição do Senhor Jesus Cristo), a ressurreição, a salvação pela Graça e contrariam outros princípios bíblicos.

ASPECTOS COMUNS

Existem muitos aspectos comuns entre as seitas que têm se disseminado pelo mundo. É importante que nós saibamos reconhecer suas características, a fim de que não sejamos enganados ou até mesmo desviados da verdadeira fé cristã.

As seitas subestimam o valor do Senhor Jesus ou colocam-no numa posição secundária, tirando-lhe a divindade e os atributos divinos como conseqüência.

Crêem apenas em determinadas partes da Bíblia e admitem como “inspirados” escritos de seus fundadores ou de pessoas que repartem com eles boa parte daquilo que crêem;

Dizem ser os únicos certos;

Usam de falsa interpretação das escrituras;

Ensinam o homem a desenvolver sua própria salvação, muitas vezes, sob um conceito totalmente naturalista;

Costumam buscar suas presas em outras religiões, conseguindo desencaminhar para o seu meio, inclusive, muitos bons cristãos.

Conhecendo mais

Este esboço básico lhe dará informações de como as seitas trabalham e como evitá-las. Se você tem alguém conhecido que está perdido numa seita, é preciso orar e pedir ao Senhor que tire essa pessoa de lá e lhe dê a perspicácia e as ferramentas para ajudá-lo neste trabalho. Pode ser uma tarefa longa e árdua, porque, definitivamente, este não é um ministério fácil.

1. O que é uma seita?

A. Geralmente é um grupo não-ortodoxo, esotérico (do grego esoterikós, que significa conhecimento secreto, ao alcance de poucos). Podem ter uma devoção a uma pessoa, objeto, ou a um conjunto de idéias novas. As seitas costumam fazer uso das seguintes práticas:

Freqüentemente isolacionistas – para facilitar o controle dos membros fisicamente, intelectualmente, financeiramente e emocionalmente.

Freqüentemente apocalípticas – dão aos membros um enfoque no futuro e um propósito filosófico para evitar o apocalipse.

Fornecem uma nova filosofia e novos ensinos – revelados pelo seu líder.

Fazem doutrinação – para evangelismo e reforço das convicções de culto e seus padrões.

Privação – quebrando a rotina do sono normal e privação de comida, combinados com a doutrinação repetida (condicionamento), para converter o candidato a membro.

B. Muitas seitas contém sistemas de convicção “não-verificáveis”.

Por exemplo, algumas ensinam algo que não pode ser verificado:

Uma nave espacial que vem atrás de um cometa, para resgatar os membros.

Ou, Deus, um extraterrestre ou anjo apareceram ao líder e lhe deram uma revelação

Os membros são anjos vindos de outro mundo, etc.

Freqüentemente, a filosofia da seita só faz sentido se você adotar o conjunto de valores e definições que ela ensina.

Com este tipo de convicção, a verdade fica inverificável, interiorizada, e facilmente manipulada pelos sistemas filosóficos de seu(s) inventor(es).

C. O Líder de uma Seita:

É freqüentemente carismático e considerado muito especial por razões variadas:

O líder recebeu revelação especial de Deus.

O líder reivindica ser a encarnação de uma deidade, anjo, ou mensageiro especial.

O líder reivindica ser designado por Deus para uma missão

O líder reivindica ter habilidades especiais

O líder está quase sempre acima de repreensão e não pode ser negado nem contradito.

D. Como se comportam as Seitas?

Normalmente buscam fazer boas obras, caso contrário ninguém procuraria entrar para elas.

Parecem boas moralmente e possuem um padrão de ensino ético.

Muitas vezes, quando usam a Bíblia em seus ensinos, utilizam também “escrituras” ou livros complementares.

A Bíblia, quando usada, é sempre distorcida, com interpretações próprias, que vão de encontro à filosofia da seita.

Muitas seitas “recrutam” o Senhor Jesus como sendo um deles, redefinindo-o adequadamente.

E. Algumas seitas podem variar grandemente…

Do estético ao promíscuo.

Do conhecimento esotérico aos ensinamentos muito simples.

Da riqueza e poder à pobreza e fraqueza.

2. Quem é vulnerável a entrar para uma seita?

A. Todas as pessoas são vulneráveis.

Rico, pobre, educado, não-educado, velho, jovem, religioso, ateu, etc.

B. Perfil geral do membro em potencial de uma seita (alguns ou todos os itens seguintes)

Desiludido com estabelecimentos religiosos convencionais.

Intelectualmente confuso em relação a assuntos religiosos e filosóficos

Às vezes desiludido com toda a sociedade

Tem uma necessidade por encorajamento e apoio

Emocionalmente carente

Necessidade de uma sensação de propósito, um objetivo na vida.

Financeiramente necessitado

3. Técnicas de recrutamento

A. As seitas encontram uma necessidade e a preenchem. As táticas mais usadas são:

“Bombardeio de Amor – Love Bombing ” – que é a demonstração constante de afeto, através de palavras e ações.

Às vezes há muito contato físico como abraços, tapinhas nas costas, toques e apertos de mão.

Emprestam apoio emocional a alguém em necessidade.

Ajuda de vários modos, onde for preciso.

Desta maneira, a pessoa fica em débito então com a seita e procura de algum modo retribuir.

Elogios que fazem a pessoa pensar que é o centro das atenções.

B. Muitas seitas usam a influência da Bíblia ou mencionam Jesus como sendo um deles; dando validade assim ao seu sistema.

Escrituras distorcidas

Usam versículos tirados da Bíblia fora do contexto

Então misturam os versículos mal interpretados com a filosofia aberrante delas.

C. Envolvimento gradual

Alterando lentamente o processo de pensamento e o sistema de convicção da pessoa, através da repetição dos seus ensinos (condicionamento).

As pessoas normalmente aceitam as doutrinas de uma seita um ponto de cada vez.

Convicções novas são reforçadas por outros membros da seita.

4. Por que alguém seguiria uma Seita?

A. A seita satisfaz várias necessidades:

Psicológica – Alguém pode ter uma personalidade fraca, facilmente manipulável.

Emocional – A pessoa pode ter sofrido um trauma emocional recente ou no passado

Intelectual – O membro tem perguntas que este grupo responde.

B. A seita dá a seus membros a aprovação, aceitação, propósito e uma sensação de pertencer a algum grupo.

C. A seita pode ser atraente por algumas razões. Podem ser. . .

Rigidez moral e demonstração de pureza

Segurança financeira

Promessas de exaltação, redenção, “consciência mais elevada” ou um conjunto de outras recompensas.

5. Como as pessoas são mantidas na Seita?

A. Dependência:

As pessoas querem freqüentemente ficar porque a seita vai de encontro às suas necessidades psicológicas, intelectuais e espirituais.

B. Isolamento:

O contato com pessoas de fora do grupo é reduzido e cada vez mais a vida do membro é construída ao redor da seita.

Fica muito mais fácil então controlar e moldar o membro.

C. Reconstrução cognitiva (Lavagem cerebral):

Uma vez que a pessoa é doutrinada, os processos de pensamento deles/delas são reconstruídos para serem consistentes com a seita e ser submisso a seus líderes.

Isto facilita o controle pelo(s) líder(es) da seita.

D. Substituição:

A Seita e os líderes ocupam freqüentemente o lugar de pai, mãe, pastor, professor etc.

Freqüentemente o membro assume as características de uma criança dependente, que busca ganhar a aprovação do líder ou do grupo.

E. Obrigação

O membro fica endividado emocionalmente com o grupo, às vezes financeiramente, etc.

F. Culpabilidade

É dito para a pessoa que sair da seita é trair o líder, Deus, o grupo, etc.

É dito também que deixar o grupo é rejeitar o amor e a ajuda que o grupo deu.

G. Ameaça:

Ameaça de destruição por “Deus” por desviar-se da verdade.

Às vezes ameaça física é usada, entretanto não freqüentemente.

Ameaça de perder o apocalipse, ou ser julgado no dia do julgamento, etc.

6. Como podemos tirar alguém de uma Seita?

A. A melhor coisa é não tentar um confronto direto no primeiro encontro, o que pode assustar o membro e afastá-lo de você.

B. Se você é um Cristão, então interceda em oração pela pessoa primeiro.

C. Para tirar uma pessoa de uma seita é necessário tempo, energia, e apoio.

D. Ensine a verdade:

Dê-lhe a verdadeira substituição para o sistema de convicção aberrante que ela aprendeu, ou seja, o Evangelho da Graça de Jesus Cristo.

Mostre as inconsistências da filosofia do grupo, à luz da Bíblia.

Estude a seita e aprenda sua história, buscando pistas e informações

E. Tente afastá-lo fisicamente da seita por algum tempo, para quebrar o laço de isolamento.

F. Dê o apoio emocional de que ele precisa.

G. Alivie a ameaça de que se ele deixar o grupo, estará condenado ou em perigo.

H. Geralmente, não ataque o líder do grupo, deixe isso para depois. Freqüentemente o membro da seita tem lealdade e respeito para com o fundador ou líder.

I. Confronte outros membros da seita ao mesmo tempo, somente quando for inevitável.